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	<title>Fisioclínica Elaine Paskakulis Rio Preto</title>
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	<description>Clínica de FIsioterapia</description>
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		<title>Fisiologia Da Contração Muscular</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Cristina Pessina</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #339966"><strong>I)  Estrutura Músculo Esquelético:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">O músculo esquelético é composto por vários tipos de tecido. Entre ele, estão as células musculares, o tecido nervoso, o sangue e vários tipos de tecido conjuntivo. A camada mais externa que envolve todo o músculo é denominada epimísio. Um tecido conjuntivo denominado perimísio envolve feixes individuais de fibras musculares. Cada fibra muscular de um fascículo é revestida por um tecido conjuntivo denominado endomío. A membrana celular que envolve a célula muscular é denominada sarcolema. Abaixo do sarcolema encontra-se o sarcoplasma, o qual contém proteínas celulares, organelas e miofibrilas. As miofibrilas contém as proteínas celulares contráteis. São compostos por dois importantes filamentos protéicos:</p>
<p>1) Filamentos espessos formados pela proteína miosina.</p>
<p>2) Filamentos finos compostos sobretudo pela proteína actina.</p>
<p>Elas representam uma pequena parte do músculo, mas possuem um importante papel na regulação do processo contrátil.</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/15/fisiologia-da-contracao-muscular-2/fisio-1/" rel="attachment wp-att-1921"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1921" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fisio-1-250x156.jpg" alt="" width="280" height="203" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/15/fisiologia-da-contracao-muscular-2/fisio-2-2/" rel="attachment wp-att-1922"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1922" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fisio-2-250x200.jpg" alt="" width="270" height="209" /></a></p>
<p><span style="color: #339966"><strong>II)  Fusos Musculares:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">O fluxo muscular está localizado entre as fibras musculares esqueléticas denominada fibras extrafusais (fora do fuso). Um fuso muscular contém de 4 a 20 fibras musculares especializadas pequenas, denominadas intrafusais (dentro do fuso), e terminações nervosas, sensoriais e motoras, associadas a essas fibras. As fibras intrafusais são controladas por motoneurônios especializados, denominados motoneurônios gama. As fibras extrafusais são controladas pelos motoneurônios alfa.</p>
<p style="text-align: justify">A região central de uma fibra intrafusal não se pode contrair porque ela não contém filamentos de actina e de miosina. Por isso, somente a região central pode se alongar. Como o fuso muscular está fixado às fibras extrafusais, sempre que estas fibras são alongadas, a região central do fuso muscular também se alonga. Quando essa região é alongada, as terminações nervosas sensoriais localizada em torno dessa região central do fuso muscular transmitem informações à medula espinhal, informando o SNC o comprimento do músculo. As informações que chegam à medula espinhal não terminam simplesmente nesse nível. Essa informações são essenciais para a manutenção do tônus muscular e da postura e para execução dos movimentos.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>III) Órgão Tendinosos de Golgi</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Os OTG são receptores sensoriais encapsulados através dos quais passa um pequeno feixe de fibras tendinosas. Enquanto os fusos musculares monitoram o comprimento de um músculo, os OTG são sensíveis a tensão do complexo músculo-tendão e atuam como um aferidor de tensão, um dispositivo que detecta alterações da tensão. Esses receptores sensoriais são inibidores por natureza, desempenhando um papel protetor ao reduzirem a possibilidade de lesão.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>IV)  Contração Muscular</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">A contração muscular é um processo complexo que envolve diversas proteínas celular e sistemas de produção de energia. O resultado é o desligamento da actina sobre a miosina fazendo com que o músculo encurte e consequentemente desenvolva tensão.</p>
<p style="text-align: justify">O processo de contração muscular é mais detalhadamente explicado pelo modelo de filamento deslizante.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><span style="text-decoration: underline">Contração simétrica</span>:</span> quando um músculo contrai-se e produz força sem alteração no ângulo da articulação. São muitas vezes chamadas de contrações estáticas ou de sustentação, é usada para manutenção da postura.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><span style="text-decoration: underline">Contração concêntrica</span>:</span> um encurtamento do músculo durante a contração.</p>
<p><span style="color: #339966"><span style="text-decoration: underline">Contração excêntrica</span>:</span> quando um músculo alonga-se durante a contração.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>V)  Etapas da contração muscular:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">1)      Um potencial de ação trafega ao longo de um nervo motor até suas terminações nas fibras musculares;</p>
<p style="text-align: justify">2)      Em cada terminação o nervo secreta uma pequena quantidade de substância neurotransmissora, a acetilcolina;</p>
<p style="text-align: justify">3)      Essa atua sobre uma área localizada na fibra muscular, abrindo numerosos canais dentro de moléculas protéicas na membrana da fibra muscular;</p>
<p style="text-align: justify">4)      A abertura destes canais permite que uma grande quantidade de íons sódio flua para a membrana da fibra muscular. Isso desencadeia um potencial de ação;</p>
<p style="text-align: justify">5)      Esse cursa ao longo da membrana da mesma forma como o potencial cursa pelas membranas neurais;</p>
<p style="text-align: justify">6)      O potencial de ação despolariza a membrana e também passa para profundidade da fibra;</p>
<p style="text-align: justify">7)      Os íons provocam forças atrativas entre os filamentos de actina e miosina, o que constitui processo contrátil;</p>
<p style="text-align: justify">8)      Após fração de segundo, os íons são bombeados de volta para o retináculo, onde permanece armazenado até que um novo potencial chegue; essa remoção das miofibrilas põe fim à contração.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>VI) Modelo do filamento deslizante:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">As fibras musculares se contraem pelo encurtamento de suas miofibrilas em razão do deslizamento da actina sobre a miosina. Os filamentos de actina e miosina deslizam uns sobre os outros durante a contração muscular em decorrência da ação das numerosas pontes cruzadas que se estendem como “braços” a partir da miosina e se jogam à actina num “estado de ligação forte”. O desenvolvimento da força e a contração muscular somente ocorrem quando as pontes cruzadas encontram-se no estado de ligação forte. O desenvolvimento desse estado acarreta uma orientação das pontes cruzadas, quando se ligam à actina, podem puxa-la em direção ao centro. Essa “puxada” acarreta o encurtamento do músculo e a geração da força.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>VII) Regulação do acoplamento Excitação-Contração:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Os músculos relaxados são facilmente alongados, isso demonstra que em repouso a actina e miosina não estão firmemente ligadas. Num músculo relaxado, a tropomiosina bloqueia os sítios até os da molécula de actina onde as pontes cruzadas de miosina devem se fixar a fim de formar um estado de ligação forte e produzir uma contração. Num músculo em repouso, a contração de cálcio no sarcoplasma é muito baixa. Quando um impulso nervoso chega à junção neuromuscular, ele percorre os túbulos transversos até o retículo sarcoplasmático e provoca a liberação de cálcio. O sinal para a interrupção da contração é a ausência do impulso nervoso na junção neuromuscular.</p>
<p> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/15/fisiologia-da-contracao-muscular-2/fisio-3-2/" rel="attachment wp-att-1923"><img class="aligncenter size-full wp-image-1923" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fisio-3.gif" alt="" width="254" height="212" /></a></p>
<p><span style="color: #339966"><strong>VIII) Fadiga Muscular:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">O exercício de alta intensidade e de curta duração ou o exercício de declínio da produção de força muscular.</p>
<p style="text-align: justify">Essa diminuição de produção de força muscular é conhecida como fadiga. A fadiga muscular é definida como uma redução da produção de força máxima do músculo e caracterizada pela capacidade reduzida de realizar um trabalho.</p>
<p style="text-align: justify">A causa da fadiga muscular varia e depende do tipo de exercício realizado.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>IX) Tipos de Fibras:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><span style="color: #339966;text-decoration: underline">Fibras Lentas</span><span style="color: #339966;text-decoration: underline"> :</span> f</span>oi identificado um tipo de contração lenta nos humanos. As fibras tipo I ( também denominadas lentas), contém muitas enzimas oxidativas e são envolvidas por mais capilares do que outro qualquer tipo de fibra. Essas fibras tem concentração de mioglobina mais elevadas do que as fibras rápidas. A alta concentração de mioglobina, fazem com que as fibras possuam grande capacidade de metabolismo aeróbico e alta resistência à fadiga. Elas parecem produzir menor tensão específica em comparação às fibras rápidas.A fibras tipo I são mais eficientes que as rápidas.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline"><span style="color: #339966;text-decoration: underline">Fibras </span><span style="color: #339966;text-decoration: underline"><span style="text-decoration: underline">Rápidas</span>:</span> e</span>xistem dois tipos de fibras rápidas nos seres humanos. As fibras tipo IIb apresentam um número pequeno de mitocôndrias, portanto possui capacidade limitada de metabolismo aeróbico e são menos resistentes à fadiga que as fibras lentas. No entanto, as fibras são ricas em enzimas glicolíticas, as quais elas provêm uma grande capacidade anaeróbica. Um outro tipo de fibra rápida é a tipo IIa, essas produzem características bioquímicas e de fadiga e que se encontram entre as fibras tipo IIb e tipo I.</p>
<p><strong> </strong><span style="color: #339966"><strong>Referências Bibliográficas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">1. Fisiologia do Exercício, Teoria e Aplicação ao condicionamento e ao Desempenho,Scott K.Power e Edward T.Howley, editora manole,terceira edição.</p>
<p style="text-align: justify">2.Fisiologia do Esporte e do Exercicio, Jack H.Wilmore e David L.Costil,segunda edição,editora manole.</p>
<p>Atualizado em 11 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Dossiê Alívio Imediato</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Ap. Colombo Paskakulis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A medicina oferece uma variedade de soluções que dão um basta a tormentos antes infindáveis. Das mais modernas invenções até pequenas mudanças no cotidiano, SAÚDE descortina esse universo de boas-novas. Pressão arterial, respiração, temperatura e batimentos cardíacos — medidos assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A medicina oferece uma variedade de soluções que dão um basta a tormentos antes infindáveis. Das mais modernas invenções até pequenas mudanças no cotidiano, <strong><span style="color: #339966;">SAÚDE</span></strong> descortina esse universo de boas-novas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/15/dossie-alivio-imediato/dossie-1/" rel="attachment wp-att-1941"><img class="size-medium wp-image-1941 alignleft" title="dossiê 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dossiê-1-250x214.jpg" alt="" width="250" height="214" /></a>Pressão arterial, respiração, temperatura e batimentos cardíacos — medidos assim que o paciente chega ao ambulatório, os sinais vitais revelam quanto o organismo está comprometido. Mas outro fator importante para traçar qualquer diagnóstico, segundo a Organização Mundial da Saúde, é a dor. &#8220;Ela ajuda a acusar um problema ou, no mínimo, sua gravidade&#8221;, reforça Osvaldo Nascimento, neurologista da Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na contramão, sabe-se hoje que essa sensação desagradável é um transtorno em si. A dor arrasa o bem-estar e, se não tratada, pode perdurar até depois de a agressão ter sido resolvida. &#8220;É inaceitável, com o que a medicina agora disponibiliza, conviver com dores sem fazer nada&#8221;, arremata o neurologista Manoel Jacobsen, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ao longo desta reportagem, veja o que está ao seu alcance para viver livre de desconfortos doloridos.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um mecanismo bastante complexo que faz a dor aparecer após uma agressão, seja ela uma martelada no dedo, seja uma apendicite (confira o infográfico à direita para mais detalhes). Se não é inibido depois de estar em atividade por um bom tempo, a maquinaria envolvida em dispará- lo fica sobrecarregada. &#8220;A estimulação contínua altera neurônios e outras estruturas, provocando mudanças que aumentam a sensibilidade&#8221;, relata o anestesiologista João Batista Santos Garcia, presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (Sbed), no Maranhão. Aí, qualquer atitude, como se levantar rapidamente da cama ou encostar em determinado ponto do corpo, transforma-se em sofrimento duradouro. Ou seja, a primeira regra para evitar incômodos futuros e resistentes é tratando os que, porventura, derem as caras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os remédios ainda dominam o arsenal contra as dores. Tanto que analgésicos são campeões de venda entre os medicamentos sem necessidade de prescrição médica. Por mais que as drogas sejam de fato eficientes — e, na atualidade, mais seguras e abrangentes do que as de tempos atrás —, elas devem ser usadas com parcimônia e, acima de tudo, orientação. &#8220;Se administradas indiscriminadamente, as medicações inibem processos de analgesia naturais&#8221;, ressalta o neurologista José Geraldo Speciali, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, entupir-se de comprimidos tende a resultar em um organismo cada vez menos capaz de aplacar, por si só, um sintoma doloroso. &#8220;Pessoas que tomam analgésicos em excesso para controlar uma enxaqueca ironicamente correm um risco maior de desenvolver cefaleia crônica&#8221;, exemplifica Speciali. São limitações como essa que abrem espaço para as saídas não farmacológicas, voltadas especialmente para as dores persistentes. As mais quentes você observa em quadros como o da direita, nesta e nas outras páginas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ouvir a palavra crônico, é comum pensarmos em problemas que nos acompanharão para o resto da vida. Mas, diferentemente do diabete ou da hipertensão, doenças que realmente fazem jus ao termo acima, as dores crônicas muitas vezes têm cura. &#8220;Elas nada mais são do que um mal-estar que aparece constantemente por mais de três meses. Mas, mesmo quando duradouro, ainda pode ser só sintoma de um transtorno qualquer&#8221;, informa Fabrício Dias Assis, anestesiologista da clínica Singular, em Campinas, no interior paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso quer dizer que, resolvendo a questão inicial, a chateação tem uma boa chance de desaparecer. Tumores, depressão e infecções estão entre os males que costumam ter, como consequência, dores prolongadas — e que, solucionados, vão embora junto com elas. Outro motivo para buscar a opinião de um médico antes de limpar a prateleira da farmácia.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Atitude analgésicas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não há como negar que a genética carrega um papel fundamental no desencadeamento das dores de longo prazo. Contudo, controlá-las também está em nossas mãos. Na Dinamarca, cientistas do Centro de Pesquisas no Ambiente de Trabalho de Copenhague obrigaram 198 empregados de escritórios com tilts no pescoço e nos ombros a participar de uma ginástica laboral por só 120 segundos ao dia. &#8220;Vimos que essa intensidade mínima de exercício já relaxa os músculos e, com isso, afasta o desconforto&#8221;, revela Lars Andersen, líder do experimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se uma pitada de atividade física contribui, dedicar minutos extras a caminhadas, corridas e outros treinos diminui ainda mais os sintomas. Primeiro porque uma musculatura forte resiste bem aos esforços do dia a dia e, logo, corre menos risco de ser sobrecarregada, fator associado ao surgimento dos piripaques doloridos. &#8220;Além disso, o sedentarismo compromete a produção pelo organismo de substâncias sedativas e que trazem bem-estar, como a endorfina e a serotonina&#8221;, completa Assis.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que os limites de uma pessoa acometida por dores, claro, merecem atenção especial dos profissionais de saúde. Afinal, se a atividade se tornar exacerbada, o benefício vai por água abaixo. &#8220;Uma intensidade alta demais ou até mesmo movimentos específicos podem desencadear sensações desconfortáveis. Isso é comum em pacientes com fibromialgia&#8221;, alerta Josimari Santana, fisioterapeuta da Universidade Federal de Sergipe e estudiosa dos meios de contornar essa doença que acarreta dores pelo corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, de pouco adianta suar sobre a esteira sem dormir bem. Isso porque o tempo gasto debaixo dos lençóis é outro auxiliar na fabricação daqueles sedativos naturais. &#8220;Existem pesquisas provando que a privação das fases mais profundas do sono é um gatilho para dores musculares e de cabeça&#8221;, comunica João Batista Santos Garcia, presidente da Sbed. Essa estatística também tem a ver com o estresse decorrente de um período sobre a cama bem aquém do desejado. É que esse nervosismo, quando não deixa o corpo rapidamente, gera uma tensão que cansa e machuca os músculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito se fala sobre a influência do cardápio nas dores, principalmente nas que atingem a cabeça. &#8220;A escolha dos alimentos tem lá a sua importância, mas, antes de mais nada, a pessoa deve se preocupar em não ficar sem comer por um período prolongado&#8221;, ensina o neurologista Mario Peres, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um jejum por horas e horas geralmente termina em falta de glicose no sangue, também conhecida como hipoglicemia. E, como se trata de uma situação perigosa, em que sobem os riscos de desmaio, convulsões e até morte, o corpo ativa seu mecanismo de alerta. &#8220;A carência desse açúcar favorece a liberação de hormônios do estresse. Esses, por sua vez, provocam uma constrição dos vasos percebida pelos receptores de dor, culminando em cefaleia&#8221;, resume o nutrólogo José Alves Lara, da Associação Brasileira de Nutrologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, quem faz poucas refeições ao longo do dia em compensação costuma lotar o prato ao se sentar à mesa. Quando toda essa comida vai parar de uma vez só na barriga, o estômago se expande além da conta e, aí, é desconforto na certa. E não é só o ventre que padece com a comilança desenfreada. &#8220;Para processar tanta comida, parte do sangue que irriga o cérebro se desloca para o sistema digestivo&#8221;, expõe Lara. Daí, falta irrigação na massa cinzenta, o que deflagra cefaleias.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem pessoas que apresentam enxaqueca quando ingerem queijos, chocolate, banana e vinho tinto. Todas essas delícias contêm substâncias potencialmente dolorosas. Entretanto, só trarão uma consequência nociva em quem já possui intolerância a elas. A regra é justamente conhecer a si próprio e, a partir daí, respeitar seus limites. Ninguém precisa esperar a dor surgir para só então remediá-la.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>O caminho da dor</strong></span><br />
Apesar de parecer imediata, a sensação dolorosa só fica perceptível após uma sequência de ações.</p>
<p><strong>Dor aguda</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1)</strong> <span style="color: #339966;">Pontapé inicial</span><br />
Uma agressão, seja ela mecânica, química ou térmica, é percebida pelos nociceptores, tentáculos ligados aos nervos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) </strong><span style="color: #339966;">A viagem do estímulo</span><br />
O nociceptor emite então um impulso elétrico que atravessa a medula espinhal e chega até o cérebro, acusando a dor.<br />
<strong><br />
</strong><strong>3)</strong> <span style="color: #339966;">Um remédio natural</span><br />
Para interromper o sinal, a massa cinzenta produz analgésicos como a endorfina e envia uma mensagem relaxante aos nociceptores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/15/dossie-alivio-imediato/caminho-1/" rel="attachment wp-att-2117"><img class="alignleft size-medium wp-image-2117" title="caminho 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/caminho-1-250x169.jpg" alt="" width="250" height="202" /></a>Dor crônica</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1)</strong> <span style="color: #339966;">Pane na central&#8230;</span><br />
Por alguma razão, que pode ser genética ou ambiental, os neurônios ficam hipersensibilizados. Qualquer estímulo mínimo é interpretado como enorme desconforto. Ou, pior do que isso, as células nervosas passam a gerar dor sem nenhum motivo aparente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) </strong><span style="color: #339966;">&#8230;ou na periferia</span><br />
O excesso de trabalho desnorteia nociceptores e seus nervos. Do nada, eles transmitem o sinal de que algo está errado ao cérebro. É dor na certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Pequenas práticas que fazem toda a diferença</strong></span><br />
Uma ou outra correção no cotidiano pode ser o que faltava para se ver livre do chabu.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>&gt;</strong> Dê folga aos olhos e ouvidos</span><br />
A poluição visual ou a sonora influenciam a pressão intracraniana, favorecendo dores de cabeça. A cada hora de frente para a televisão ou para o computador, recomenda-se um pequeno intervalo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>&gt;</strong> Fique de olho na circulação</span><br />
Se o sangue não chega facilmente, faltam nutrientes para manter uma região qualquer funcionando. E esse desequilíbrio pode ser bem dolorido. Medir a pressão e consultar o médico dá conta do recado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>&gt;</strong> Cuide da postura</span><br />
Isso vale especialmente para quem sente as costas reclamarem frequentemente. Há especialistas, como os fisioterapeutas, que podem ajudar. Mas, de maneira geral, evite entortar a coluna por muito tempo.<br />
<strong><br />
</strong><span style="color: #339966;"><strong>&gt; </strong>Visite o dentista</span><br />
Além das cáries, que provocam sensações nada prazerosas, o ranger incessante dos dentes, conhecido como bruxismo, faz a cabeça latejar. Um odontologista diagnostica e trata o problema com facilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>&gt;</strong> Exercite-se bem equipado</span><br />
No futebol, uma caneleira protege contra zagueiros brutos. Já os óculos de natação criam uma barreira entre os olhos e o cloro da piscina. Não se esqueça de ir atrás dos acessórios necessários à modalidade escolhida.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>&gt;</strong> Escolha calçados com cautela</span><br />
É complicado para muitas mulheres nunca usarem salto alto. Ou para qualquer um não calçar os chinelos na praia. Mas, no dia a dia, prefira sapatos confortáveis e que não alterem o movimento da pisada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Roupas antidor</strong></span><br />
A empresa Invel desenvolveu uma camiseta para atenuar as sensações dolorosas. E ela foi colocada à prova por cientistas do Hospital das Clínicas de São Paulo. Após avaliar voluntários com lombalgia que usaram a peça durante duas semanas, eles notaram uma redução de 45% no desconforto. Um teste similar foi feito com luvas criadas pela mesma companhia. E os resultados também foram positivos. &#8220;Esses produtos emitem um calor superficial que incita receptores na pele a enviar sinais de inibição do incômodo aos neurônios&#8221;, explica Manoel Jacobsen, coordenador das pesquisas. Isso com a vantagem de não possuir efeitos adversos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Cabeça magnetizada</strong></span><br />
Um dos procedimentos que ganham cada vez mais destaque entre neurologistas e psiquiatras atende pelo nome de estimulação magnética transcraniana. Até agora, ele já obteve resultados promissores no tratamento de pacientes deprimidos, com mal de Parkinson ou até dos que se recuperam de um derrame. E o foco do momento é a sua capacidade para debelar as dores. O método consiste em emitir ondas magnéticas através de bobinas colocadas próximas do crânio. Dependendo da área que atingem, esses estímulos provocam diferentes reações. &#8220;Eles podem ativar neurônios específicos que inibirão as sensações ruins&#8221;, atesta Wolnei Caumo, anestesiologista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista no tema. Vale ressaltar que ainda faltam estudos sobre a abrangência da aplicação e que existem efeitos colaterais leves, como sonolência e enjoo depois da sessão. De qualquer jeito, espera-se que, nos próximos anos, a técnica se espalhe pelo Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Sinalização interrompida</strong></span><br />
Uma agulha ligada a um eletrodo penetra na pele e emite correntes em pequenos intervalos com o intuito de interromper, no nervo afetado, o envio daquelas mensagens dolorosas. Essa é a radiofrequência pulsada. &#8220;Diferentemente da versão convencional, ela não destrói o nervo e, logo, mantém a sensibilidade a estímulos que não a dor&#8221;, argumenta o anestesiologista Fabrício Dias Assis, da clínica Singular. A técnica não exige internação hospitalar e seu efeito dura de seis meses a dois anos. Os resultados mais positivos são observados no alívio da coluna, mas o procedimento também é indicado para a cabeça e até para debelar sensações dolorosas de um eventual câncer. &#8220;Só quem tem um marca-passo precisa tomar cuidado&#8221;, ressalta Assis. Não é que essas pessoas estão proibidas de passar pela radiofrequência. Todavia, a corrente vinda da agulha pode mexer com o funcionamento do dispositivo e, por causa disso, antes de ser liberado, o indivíduo deve passar por uma avaliação completa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>A dor no divã</strong></span><br />
A ansiedade e a depressão reduzem nossa resistência ao ai-ai-ai. &#8220;Eles alteram um sistema que controla o humor e as dores&#8221;, afirma Pedro Schestatsky, neurologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Há casos em que as sensações físicas vêm antes do quadro psiquiátrico — ou seja, são sua causa. Prova de que sempre é bom investigar o sintoma doloroso mais a fundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Corpo de mulher</strong></span><br />
Três representantes do sexo feminino convivem com uma dor crônica para cada homem com o mesmo tormento. &#8220;E o principal motivo dessa diferença está nas alterações vindas do ciclo menstrual. A oscilação dos hormônios femininos, por si só, já predispõe quadros como a enxaqueca&#8221;, avisa o neurologista José Geraldo Speciali.</p>
<p> Fonte: Site Revista Saúde (edição Dez, 2011)</p>
<p>Atualizado em 15 de Fevereiro de 2012.</p>
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		<title>O Manual Dos Ossos De Aço</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Ap. Colombo Paskakulis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artrite Reumatóide]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitamos o lançamento de uma campanha nacional de combate à osteoporose para ensinar a construir um esqueleto duro na queda. Resguardar o arcabouço do corpo humano e quebrar as estatísticas de osteoporose que assustam o país: eis a bandeira levantada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aproveitamos o lançamento de uma campanha nacional de combate à <span style="color: #339966;">osteoporose</span> para ensinar a construir um <span style="color: #339966;">esqueleto duro</span> na queda.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/o-manual-dos-ossos-de-aco/ossos-1/" rel="attachment wp-att-1935"><img class="size-medium wp-image-1935 alignleft" title="ossos 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ossos-1-243x250.jpg" alt="" width="243" height="250" /></a>Resguardar o arcabouço do corpo humano e quebrar as estatísticas de osteoporose que assustam o país: eis a bandeira levantada pela Campanha Firme e Forte, iniciativa recém criada por três sociedades médicas — a Brasileira de Densitometria Clínica, a Brasileira para o Estudo do Metabolismo Ósseo e Mineral e a Brasileira de Osteoporose —, com o apoio do Ministério da Saúde, que pretende alertar e ajudar a população a prevenir a doença que fragiliza a ossatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta ver alguns números para entender a magnitude do problema e do projeto. Uma em cada três mulheres sofre de osteoporose, enquanto um em cada cinco homens desenvolve o mal. No Brasil, todo ano ocorrem algo em torno de 2,4 milhões de fraturas motivadas por essa condição. Pior: estima-se que 75% dos diagnósticos são feitos só depois de um osso quebrado.</p>
<p style="text-align: justify;">As projeções tampouco são animadoras, visto que levantamentos recentes revelam que nove em cada dez brasileiras — e as menopausadas formam o grupo de maior risco — não ingerem a recomendação diária de cálcio, mineral crucial ao tecido ósseo. É um indício de que o leite e seus derivados, os principais depósitos do nutriente, andam escassos à mesa — e olha que tem muita gente excluindo os laticínios por razões sem um fundamento científico.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os níveis de vitamina D, aliada do esqueleto obtida com a exposição ao sol, estão cinco vezes mais baixos que o preconizado. É preciso mudar esse panorama, e isso também depende das atitudes de cada um. &#8220;Nossa campanha quer mostrar que a prevenção começa mais cedo, quando o indivíduo ainda é jovem&#8221;, diz o ginecologista Bruno Muzzi, presidente da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica. A ideia de prevenção, aliás, perpassa a vida inteira, já que, mesmo com o distúrbio detectado, seus danos podem ser minimizados com atividade física, dieta e, se necessário, remédios.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A osteoporose continua menos conhecida que doenças como a pressão alta e o câncer. Temos de alterar esse cenário em que se descobre o problema depois de fraturar um osso&#8221;, avalia Suely Roitman, presidente da Federação Nacional de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose. Só com informação, mudanças no estilo de vida, bem como diagnóstico e tratamento precoces, dá para enfrentar a epidemia, que, segundo os gráficos médicos, têm tudo para crescer se as pessoas permanecerem paradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, o que leva os ossos a fraquejarem? &#8220;O avançar dos anos, a hereditariedade, o sedentarismo, o consumo inadequado de alguns nutrientes e a menopausa precoce, no caso das mulheres, estão entre os principais fatores de risco&#8221;, enumera o ortopedista Sérgio Ragi, do Centro de Diagnóstico e Pesquisa da Osteoporose do Espírito Santo. Repare que não dá para anular todos os ingredientes dessa receita — ninguém é capaz de congelar o tempo ou mudar os genes —, mas ajustar as contas com a alimentação e se exercitar representam muito mais do que um bom começo. Tais hábitos, somados aos banhos de sol e ao corte no álcool e no cigarro, ajudam a brecar a perda de massa óssea que é natural do envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O tecido do esqueleto é formado pra valer até a terceira década de vida e fica estável até os 45 anos. A partir daí, há uma redução de 0,5% da sua massa por ano&#8221;, explica o reumatologista Cristiano Zerbini, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A osteoporose, porém, acelera esse fenômeno, chegando ao ponto de esburacar o osso, que, sem causar alarde, fica sujeito a rachaduras e quebras num simples tombo. &#8220;O perigo é o fato de a doença ser tão silenciosa. Por vezes a fratura é a sua primeira manifestação&#8221;, avisa a reumatologista Evelin Goldenberg, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. O ideal, portanto, é agir e defender fêmur, bacia e companhia antes que eles se mostrem fracos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem descobre que o esqueleto já está ficando frágil — ou até refém da osteoporose — deve evitar a cilada de pensar que o caminho não tem volta. Felizmente, existem estratégias farmacológicas que, somadas aos hábitos listados nas páginas anteriores, promovem uma saudável reforma na ossatura, ou melhor, colaboram para que ela volte a ficar resistente e dura na queda. Antes de tudo, é importante rastrear se não há outra doença patrocinando o enfraquecimento ósseo. &#8220;Males como artrite reumatoide, tumores e disfunções da tireoide podem estar associados à osteoporose&#8221;, lembra Evelin Goldenberg.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico do problema ou da fase que o antecede, a osteopenia, se vale de um exame, a densitometria óssea — ela também é requisitada durante o tratamento. Dosagens hormonais e de vitamina D também podem ser solicitadas para investigar fatores por trás da doença. Essa sondagem ajuda a formular o melhor plano de obras para proteger o esqueleto. Lembre-se: a ideia de prevenir persiste mesmo com a osteoporose instalada, já que é possível paralisar ou atenuar a destruição da massa óssea.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa empreitada demanda, muitas vezes, a suplementação de cálcio e vitamina D, que costuma ser receitada mesmo antes de a enfermidade aparecer. Com a idade, as cápsulas ganham importância porque fica mais difícil atingir as doses do mineral de forma natural. Agora, se o mal começa a roer o suporte do corpo, os médicos também partem para os remédios. &#8220;Num primeiro momento, lançamos mão de drogas que bloqueiam a reabsorção óssea e, se o problema evolui, há as que estimulam a formação de osso&#8221;, diz Marcelo Pinheiro. Um novo medicamento deve chegar ao Brasil nos próximos meses e há materiais promissores que poderão ser incorporados ao canteiro terapêutico contra a encrenca. No entanto, ninguém precisa esperar eles chegarem para se mexer. Seu esqueleto depende de um bom mestre de obras: que seja você.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Medidas fortificantes</strong></span><br />
O que fazer para reduzir o risco de osteoporose</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; A atividade física</span><br />
&#8220;Os exercícios de impacto, como trote e corrida, e a musculação disparam descargas elétricas que ativam as células formadoras de osso&#8221;, explica o reumatologista Marcelo Pinheiro, da Universidade Federal de São Paulo. Além deles, vale a pena investir em modalidades que trabalhem o equilíbrio, a postura e a flexibilidade. Na presença de osteoporose, evite exercícios que envolvam a torção da cintura, abdominais, cargas pesadas e treinos extravagantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; A dieta ideal</span><br />
&#8220;Os adultos devem ingerir mil miligramas de cálcio por dia, o que equivale a quatro porções de leite e derivados. Já os idosos precisam de cinco&#8221;, calcula a nutricionista Lígia Martini, da Universidade de São Paulo. Deve-se maneirar no chocolate e no café, assim como no sal, porque eles elevam a eliminação de cálcio. E o mesmo se aplica ao fósforo, abundante em produtos industrializados, porque compete com ele. Por fim, vale investir no ômega-3, gordura dos peixes que estimula a fábrica de osso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Menos álcool e sem cigarro</span><br />
Abusar das bebidas é prejudicial por diversos motivos. &#8220;O álcool pode danificar a absorção de cálcio no intestino e tem um efeito tóxico sobre as células construtoras de osso&#8221;, pontua Marcelo Pinheiro. &#8220;Já o tabagismo acelera, entre outras coisas, o processo de morte programada dessas células&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Os banhos de sol</span><br />
Quinze minutos diários, com braços e pernas expostos sem protetor solar, é o tempo indicado para receber a cota de vitamina D — 10 microgramas —, substância essencial à absorção de cálcio. Ela aparece em doses menores nos laticínios e nos peixes. Hoje há leites e iogurtes enriquecidos com cálcio e vitamina D, boa opção para cumprir as metas.<br />
<strong><br />
</strong><span style="color: #339966;">&gt; Cuidado com remédios</span><br />
O uso crônico ou indiscriminado de certos medicamentos, como corticoides, hormônios artificiais e anticonvulsionantes, aumenta o risco de danos irreversíveis ao esqueleto. Tanto médico quanto paciente devem ficar atentos.<br />
<strong><br />
<span style="color: #339966;"><strong>Por dentro do esqueleto</strong></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como ele se comporta e pode sofrer com os anos</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/o-manual-dos-ossos-de-aco/ossos-1-2/" rel="attachment wp-att-2120"><img class="alignleft size-full wp-image-2120" title="ossos 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ossos-1.jpg" alt="" width="222" height="275" /></a><span style="color: #339966;">&gt; Tecido ativo</span><br />
Há células que formam osso e outras que o reabsorvem. As primeiras produzem as vigas onde se deposita o cimento de cálcio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Poupança óssea</span><br />
Por volta dos 20 anos há o pico de massa óssea, que se consolida até os 30. Ela fica estável até os 45 e, a partir de então, passa a diminuir.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; A osteopenia</span><br />
Ela precede a osteoporose. O esqueleto de algumas pessoas sofre um desequilíbrio que leva à perda de osso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; A osteoporose</span><br />
Agora a redução da massa óssea se intensifica e, se um tratamento demorar para ser convocado, os ossos se enfraquecem a ponto de se esburacar.</p>
<p><span style="color: #339966;">&gt; No canteiro de obras</span><br />
Drogas e suplementos que combatem o quebra-quebra.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Cápsulas de cálcio</span><br />
Nem sempre é fácil cumprir a recomendação diária do mineral — mil miligramas para adultos e 1 200 para idosos —, e o envelhecimento atrapalha sua absorção. Assim, por vezes se opta pelas cápsulas, que podem ser conciliadas com os alimentos — o cálcio deles, diga-se, é mais bem aproveitado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Gotas de vitamina D</span><br />
Com os anos, o corpo perde parte da capacidade de sintetizar essa substância. Para driblar essa dificuldade e corrigir o déficit da vitamina, pode-se receitar o suplemento. A meta é alcançar 10 microgramas se a pessoa está com os ossos sãos ou 20 se tem a doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Reposição hormonal</span><br />
Com a menopausa e o corte no estrogênio, o esqueleto da mulher perde um leal protetor. Uma das funções do hormônio é trabalhar pela manutenção da massa óssea. Por isso, a reposição pode ser indicada, entre outros motivos, para resguardar a integridade dos ossos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;">&gt; Os medicamentos específicos</span><br />
Diante da doença, os médicos costumam somar à suplementação os remédios que atuam diretamente no tecido ósseo. Eles se dividem em duas classes: os que bloqueiam as células que destroem o osso e os que instigam suas unidades formadoras. Há desde comprimidos diários até injeções anuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;">A densitometria óssea</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/o-manual-dos-ossos-de-aco/ossos-2-2/" rel="attachment wp-att-2121"><img class="alignleft size-full wp-image-2121" title="ossos 2" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ossos-2.jpg" alt="" width="232" height="253" /></a></span>É o exame que bate o martelo sobre o diagnóstico da osteoporose. &#8220;Ele costuma ser pedido às mulheres no período da menopausa e aos homens na casa dos 65 ou 70 anos&#8221;, diz a reumatologista Vera Szjenfeld, da Universidade Federal de São Paulo. É claro que, na presença de sintomas ou fatores de risco, ele deve entrar em cena mais cedo. Por meio de raios x, o aparelho mede a densidade dos ossos, geralmente os da coluna e o fêmur. &#8220;Também recorremos a ele para acompanhar o tratamento&#8221;, diz Vera.</p>
<p style="text-align: justify;"> <span style="color: #339966;"><strong>Os homens e a osteoporose</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Embora o mal dos ossos frágeis seja mais comum entre as mulheres, ele não poupa a ala masculina. &#8220;A perda de massa óssea é mais lenta entre os homens, mas pode ser acelerada por um déficit nos níveis de testosterona&#8221;, explica Evelin Goldenberg. Aliás, não pense que os machos são muito mais resistentes aos efeitos da osteoporose. &#8220;Quando quebram o quadril, eles morrem mais que as mulheres&#8221;, diz a médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Site Revista Saúde (edição Nov, 2011)</p>
<p>Atualizado em 11 de Janeiro de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gameterapia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Colombo Paskakulis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine exercitar o equilíbrio do corpo atravessando em uma corda um percurso entre um prédio e outro nas alturas? Ou quem sabe esquiar na neve para tentar recuperar a coordenação motora? A Gameterapia é o que há de mais inovador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Imagine exercitar o <strong><span style="color: #339966;">equilíbrio do corpo</span></strong> atravessando em uma corda um percurso entre um prédio e outro nas alturas? Ou quem sabe esquiar na neve para tentar recuperar a coordenação motora?</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/gameterapia/game-1/" rel="attachment wp-att-2125"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2125" title="game 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/game-1-250x247.jpg" alt="" width="250" height="247" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A Gameterapia é o que há de mais inovador na fisioterapia dos últimos anos. É usada como complemento na reabilitação de pacientes com sequelas de AVC, Parkinson, Lesões Medulares, Síndrome de Down, Alzheimer, Labirintite, Lesões Ortopédicas Traumáticas, Pós-Operatórios Ortopédicos, Déficit de Equilíbrio entre outras complicações.</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/gameterapia/game-2/" rel="attachment wp-att-2126"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2126" title="game 2" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/game-2-250x131.jpg" alt="" width="250" height="189" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É usada também para alívio de dor, melhoria na capacidade cardíaca, melhoria na capacidade respiratória, melhoria da coordenação motora, perda de peso e melhoria da autoestima.</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/03/gameterapia/game-3/" rel="attachment wp-att-2127"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2127" title="game 3" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/game-3-250x147.jpg" alt="" width="277" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A Fisioclínica oferece um trabalho onde são realizadas diferentes atividades, na qual preconiza um trabalho postural, fortalecimento muscular, trabalhos lúdicos, condicionamento físico e interação social.</p>
<p>Atualizado em 03 de Fevereiro de 2012.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Distensão Muscular</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Cristina Pessina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientificamente, sabemos que nossos ossos são sustentados por uma combinação de músculos e tendões. A distensão é o resultado de uma lesão tanto ao músculo como ao tendão, geralmente na coxa ou na perna, podendo ser em outras partes musculares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Cientificamente, sabemos que nossos ossos são sustentados por uma combinação de músculos e tendões.</p>
<p style="text-align: justify">A <strong><span style="color: #339966">distensão</span></strong> é o resultado de uma lesão tanto ao músculo como ao tendão, geralmente na coxa ou na perna, podendo ser em outras partes musculares do corpo.</p>
<p style="text-align: justify">A distensão pode ser uma simples esticada a mais nessas estruturas ou um rompimento completo ou parcial na combinação músculo-tendão. Geralmente ocorre em esportes que exigem esforço muscular explosivo por curto período de tempo e pode ser classificada de acordo com o grau da lesão (distensão leve, moderada e grave).</p>
<p style="text-align: justify">Dentre os sistemas mais comuns, notam-se dor aguda ou em pontada “fisgada” no momento da lesão, inchaço local e, às vezes, esquimose (mancha escura ou avermelhada abaixo do local da lesão).</p>
<p style="text-align: justify">A cicatrização envolve dois eventos: formação de novas fibras musculares (regeneração), e simultaneamente, produção de tecido cicatricial (tecido de granulação). O tempo necessário para a cicatrização de uma ruptura muscular completa é de 03  a 16 semanas, dependendo da localização e extensão da lesão.</p>
<p style="text-align: justify">Falta de flexibilidade e cansaço muscular excessivo com treinos intensivos associados à prática desportiva desordenada e intensa durante a semana levarão a uma distensão.</p>
<p style="text-align: justify">Considera-se também, a falta de costume em realizar exercícios de alongamento muscular e de aquecimento antes de qualquer início de atividade física ou desportiva, seja ela no lazer ou na competição. O ideal é ser flexível, planejar as programações dos treinos físicos e alternar com a prática desportiva, não provocando a fadiga muscular (cansaço nos músculos). Um profissional capacitado da educação física é capaz de auxiliá-lo.</p>
<p> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/02/01/distencao-muscular/distencao-1/" rel="attachment wp-att-1918"><img class="aligncenter size-full wp-image-1918" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/distenção-1.jpg" alt="" width="270" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Sempre após a famosa “fisgada”, por exemplo, nos músculos da coxa ou da perna, independente da intensidade, a primeira ação é parar imediatamente, colocar (15 a 20 minutos), enfaixar a região com compressão leve, elevar o membro inferior envolvido e em casos mais graves, aliviar a carga sobre o membro afetado, colocando um par de muletas.</p>
<p style="text-align: justify">Essa tem sido uma das condutas imediatas mais usadas no ato das lesões, para um possível alívio das dores agudas e prevenção de um processo inflamatório grave.</p>
<p style="text-align: justify"> É fundamental consultar um médico ortopedista para o diagnóstico e ser medicado de acordo com a necessidade, definindo a gravidade de sua lesão.</p>
<p style="text-align: justify">O apoio é  importantíssimo a  Fisioterapia, que   em seguida vem  sendo realizada técnicas específicas, como o uso de correntes eletrotermofototerápicas (aparelhos elétrico), de crioterapia (gelo) e da cinesioterapia (exercícios). Nestas fases são importantes o repouso, o afastamento da atividade física e/ou desportiva e ser disciplinado para completar todo o tratamento e retornar a prática esportiva, respeitando o tamanho da lesão e o tempo de recuperação muscular compatível.</p>
<p style="text-align: justify">Não se engane com o alívio das dores precocemente, pois na maioria das vezes ela desaparece muito antes da cicatrização e regeneração muscular.</p>
<p style="text-align: justify">E é exatamente neste aspecto que informamos a todos, que respeitem o tempo de recuperação muscular após lesão (tempo de regeneração e cicatrização).E procure orientações e informações profissionais quanto ao tempo de retorno às atividades.</p>
<p> Fonte: Revista Bem Estar – Diário da Região (01 de março de 2009)</p>
<p>Atualizado em 11 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Músculos Esquecidos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Ap. Colombo Paskakulis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Determinados grupos da musculatura são negligenciados durante a atividade física. Descubra quais são e porque  eles não poderiam ficar de fora do treino.  É cada vez maior o número de pessoas que se exercitam de segunda a sábado – sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/20/musculos-esquecidos/musculos-1-2/" rel="attachment wp-att-2078"><img class="alignleft size-medium wp-image-2078" title="músculos 1" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/músculos-11-212x250.jpg" alt="" width="212" height="250" /></a> <em><span style="color: #339966;">Determinados grupos da musculatura são negligenciados durante a atividade física. Descubra quais são e porque  eles não poderiam ficar de fora do treino.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>É cada vez maior o número de pessoas que se exercitam de segunda a sábado – sem fazer cara feia. Contudo, isso não significa que o corpo inteiro é colocado para ralar. Não raro algumas áreas são simplesmente ignoradas. De imediato, podemos citar dois dos principais motivos que levam a esse esquecimento: mulheres e homens focam em alguns músculos por livre e espontânea vontade ou, por não procurarem instrução, desconhecem a existência e a importância de certas regiões para o bom desempenho físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o pretexto para deixar alguns músculos em constante repouso, esse comportamento tende a causar prejuízos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um deles é estético, já que a musculatura que foi trabalhada se desenvolve e o resto, não. “A hipertrofia tem limite, é claro, mas isso não exclui as ameaças de o corpo ficar desproporcional”, aponta Claudia Lima, professora de cinesiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Na prática, estamos falando de marmanjos fortões e com pernas fininhas ou moças com coxas turbinadas e postura&#8230;. Corcunda.</p>
<p style="text-align: justify;"> E engana-se quem pensa que o desalinho dos contornos só desagrada diante do espelho. É que, se toda a estrutura corporal não estiver preparada, o grau de dificuldade do treino aumenta. “Quando os homens não têm coxas e glúteos treinados, fazer um exercício inclinado, como a remada curvada para as costas, pode ser bem mais complicado. Afinal, esses músculos ajudam a manter a boa postura e o equilíbrio”, exemplifica Valter Viana, educador físico e fisiologista do exercício pela Universidade Federal de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Outro problema é que descuidar de determinados músculos deixa a gente mais suscetível a lesões. “O risco de se machucar é maior se existe um desequilíbrio desses, ou seja, quando algumas áreas são muito mais fortes do que outras”, explica Mauro Guiselini, professor de educação física do Complexo Educacional das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), na capital  paulista. Nas próximas páginas, apontamos os músculos comumente preteridos. Busque orientação e tire – os do descanso.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/20/musculos-esquecidos/musculos-2/" rel="attachment wp-att-1930"><img class="alignleft size-large wp-image-1930" title="músculos 2" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/músculos-2-254x350.jpg" alt="" width="254" height="350" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Mulheres</strong></span><br />
Muitas deixam os músculos superiores em segundo plano.<br />
<strong><br />
</strong><strong>1. Bíceps</strong><br />
O medo é de ver o muque crescer e a feminilidade ir embora. Mas basta maneirar na intensidade para eliminar esse risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Costas</strong><br />
Trabalhá-las garante maior estabilidade e segurança para realizar qualquer exercício. Além disso, a postura fica ereta e delineada.</p>
<p><strong>3. Trapézio</strong><br />
Treinar essa área evita a formação dos nódulos de tensão. Se já estiverem instalados, melhor desmanchá-los com alongamento antes de levantar peso.</p>
<p><strong>4. Tríceps</strong><br />
Como o popular músculo do tchauzinho não é muito recrutado no dia a dia, ele tende a despencar. O jeito é aumentar a carga e reduzir as repetições progressivamente.</p>
<p><em><span style="color: #339966;"><strong>Malhe o músculo do tchau</strong></span></em><br />
<em>Com os braços elevados e os cotovelos flexionados, segure um halter com as duas mãos. Empurre o cotovelo para cima, mantendo os ombros fixos. Faça de 2 a 3 séries de 15 repetições.</em></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Todos</strong></span><br />
Há músculos ignorados pela maioria das pessoas.</p>
<p><strong>1. Ombro</strong><br />
Articulação complexa, nem sempre é treinada em sua totalidade. O manguito rotador, um conjunto de músculos responsável por rotações externas, costuma ser esquecido, comprometendo a estabilidade dos ombros.</p>
<p><strong>2. Antebraço</strong><br />
Fortalecê-lo ajuda a prevenir lesões por esforço repetitivo, como as que ocorrem por uso exagerado do computador.</p>
<p><strong>3. Tibiais anteriores</strong><br />
Exercitar esses músculos alivia a carga no tornozelo, protegendo, assim, suas articulações.</p>
<p><strong>4. Parte interna da coxa</strong><br />
Quem joga futebol usa muito essa musculatura ao chutar e, por isso, movimentá-la é imprescindível para evitar rupturas e inflamações. Mais preocupadas com a estética, as mulheres precisam caprichar no fortalecimento da região com outro objetivo: driblar a adversária flacidez.</p>
<p><em><span style="color: #339966;"><strong>Sem flacidez</strong></span></em><br />
<em>Coloque uma bola entre as pernas, na altura dos joelhos. Pressione-a por 10 segundos e, depois, relaxe. Faça de 2 a 3 séries de 10 repetições.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/20/musculos-esquecidos/musculos-3/" rel="attachment wp-att-1931"><img class="alignleft size-large wp-image-1931" title="músculos 3" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/músculos-3-254x350.jpg" alt="" width="254" height="350" /></a><span style="color: #339966;"><strong>Homens</strong></span><br />
O treino deles para a parte inferior deixa a desejar</p>
<p><strong>1. Glúteos</strong><br />
Eles, principalmente a porção média, estabilizam a cintura pélvica durante a caminhada. Assim, se estiveram fracos, cresce o risco de ocorrer uma alteração na marcha.</p>
<p><strong>2. Anterior e posterior da coxa</strong><br />
São bastante utilizados em atividades rotineiras, como subir escadas e agachar. Portanto, a planilha de treino deve contemplá-los. Isso serve sobretudo para quem se aventura na corrida ou no futebol, já que pernas despreparadas nesses esportes abrem caminho para contusões.</p>
<p><strong>3. Panturrilha</strong><br />
Sua estrutura tem forte componente genético, é verdade. Ainda assim, os exercícios de resistência são cruciais, especialmente para quem corre.</p>
<p><em><span style="color: #339966;"><strong>Parte inferior sarada</strong></span></em><br />
<em>Se não tiver problema nas costas, coloque um peso na barra e posicione-a sobre os ombros. Agache como se fosse sentar, evitando que o joelho ultrapasse 90° e a linha formada pelos pés. Mantenha a coluna ereta. Faça 3 séries de10 a 12 repetições.</em></p>
<p style="text-align: justify;"> Fonte: Site Revista Saúde (Dez, 2011)</p>
<p>Atualizado em 11 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>Novas Descobertas Sobre Doenças Autoimunes</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 19:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabíola Cristina Brandini da Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que a ciência tem revelado sobre males como lúpus e esclerose múltipla Diante de incertezas e acasos, o ser humano tenta encontrar uma explicação para fatos à primeira vista inexplicáveis. E um deles é a existência de doenças autoimunes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>O que a ciência tem revelado sobre males como lúpus e esclerose múltipla</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Diante de incertezas e acasos, o ser humano tenta encontrar uma explicação para fatos à primeira vista inexplicáveis. E um deles é a existência de doenças autoimunes. Os cientistas ainda tateiam em busca de motivos pelos quais nossas próprias defesas passariam a encarar o organismo como um adversário em um campo de batalha. A herança genética, é quase certo, tem parcela de culpa nesse desatino do sistema imunológico. Até aí, não há mesmo o que fazer. O curioso é que muita gente, apesar da predisposição, passa a vida toda sem experimentar essa reação masoquista dos guardiões do corpo. “Isso é o maior sinal de que fatores ambientais atuariam como estopins importantes para a autoagressão”, opina o reumatologista Luis Eduardo Andrade, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p style="text-align: justify">Pesquisadores dos quatro cantos do globo querem decifrar quais seriam esses gatilhos. Um grupo do National Institute of Environmental Health Sciences, nos Estados Unidos, investigou o impacto dos raios ultravioleta do sol nos autoataques do corpo. Eles analisaram 380 pacientes diagnosticados com uma doença autoimune que acomete a pele, a dermatomiosite. Colheram amostras de sangue e verificaram a presença de um anticorpo específico, associado à exposição excessiva ao sol. “Confirmamos que a radiação altera o DNA das células cutâneas, o que aumenta, sobretudo nas mulheres, o risco de o organismo enxergá-las como estranhas, desencadeando o problema”, revela Frederick Miller, o autor do estudo.</p>
<p style="text-align: justify">Outra descoberta vem da Universidade da Califórnia, também nos Estados Unidos. Ali, os investigadores alteraram ratos, retirando de seus macrófagos — integrantes do sistema imune — uma proteína chamada TLR4. Depois, alimentaram os animais com uma dieta gordurosa, até que atingissem a faixa do sobrepeso. Ao contrário das cobaias normais, as modificadas não apresentaram inflamações nem resistência à insulina — reações esperadas quando se engorda demais. Ou seja, seria a tal proteína que ativaria a resposta imune à gordura. “Esse resultado é instigante, mas precisamos de mais estudos”, diz a reumatologista Maria Helena Kiss, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify">Recentemente na Suíça, na última reunião da Liga Européia contra o Reumatismo — mal também causado pelas defesas do corpo —, os especialistas identificaram outras faíscas que fariam o sistema imunológico pegar fogo. “Parece que o cigarro e o consumo excessivo de café são capazes de tirá-lo do prumo”, revela a reumatologista Evelyn Goldenberg, da Unifesp. O estresse, as infecções sucessivas e até as pílulas anticoncepcionais completam a lista de suspeitos.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto mais cedo forem detectados o reumatismo e outras encrencas autoimunes, menores os riscos de complicação grave. “Febre, sensação de fadiga, manchas avermelhadas na pele e dor nas articulações nunca devem ser subestimados”, avisa Maria Helena Kiss. Infelizmente, ainda não existe uma cura definitiva para esses males. O que se consegue, com os recursos modernos, é minimizar seus estragos e proporcionar maior bem-estar. Conheça, a seguir, o que é possível fazer nas principais enfermidades provocadas pelo sistema imunológico.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>Soldados destrambelhados</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-1/" rel="attachment wp-att-1901"><img class="size-medium wp-image-1901 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-1-250x192.jpg" alt="" width="250" height="234" /></a>                                                                                                                                                                                                                                                                    Algumas células do sistema imunológico têm papel preponderante na destruição desenfreada dos tecidos do próprio corpo. As primeiras são os chamados linfócitos B, formados na medula óssea. Eles têm como principal função fabricar anticorpos contra agentes nocivos. Parte desses linfócitos migra para o timo — glândula localizada na cavidade torácica — e amadurece ali, formando unidades conhecidas como células T. Entre outras incumbências, essas aliadas liberam substâncias inflamatórias para atacar invasores — as citocinas. Assim, sinalizam o perigo para que o esquadrão B entre em ação. Só que, por uma falha no sistema, às vezes esses defensores ficam hiperativados. Aí, passam a enviar anticorpos e substâncias inflamatórias contra um alvo bem conhecido: o próprio organismo. Há ainda situações em que ocorre um aumento da apoptose — processo natural de morte celular. Então o conteúdo genético das células mortas fica exposto. O sistema imunológico reage produzindo anticorpos que se grudam nesse DNA à deriva.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso, entram em cena os macrófagos, células imunes que devoram o lixo orgânico para eliminá-lo — incluindo aí o complexo formado pela união de anticorpos com material genético. Nem sempre, no entanto, os macrófagos dão conta da faxina. Esses materiais genéticos perdidos se depositariam nos tecidos, danificando-os. Pronto: danificados, eles passam a ser enfrentados como estranhos.</p>
<p> Existem inúmeras doenças auto-imunes, tais como:</p>
<ul>
<li>Diabetes tipo 1 (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2008/10/diabetes.html">DIABETES MELLITUS | Diagnóstico e sintomas</a>)</li>
<li>Lúpus (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2008/11/lpus-eritematoso-sistmico-les.html">LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO | Sintomas, diagnóstico e tratamento</a>) Artrite reumatoide (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2010/02/artrite-reumatoide.html">ARTRITE REUMATOIDE</a>) Doença de Crohn</li>
<li>Esclerose Múltipla</li>
<li>Vitiligo</li>
<li>Tireoidite de Hashimoto</li>
<li>Doenças de Graves</li>
<li>Esclerodermia</li>
<li>Psoríase (doença celíaca)</li>
<li>Hepatite autoimune (Síndrome de Guillain Barré)</li>
<li>Anemia Hemolítica</li>
<li>Granulomatose de Wegener</li>
</ul>
<p><span style="color: #339966"><strong>Lúpus eritematoso sistêmico</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> Entre todos os problemas autoimunes, é a disfunção mais temida porque, não raro, atinge órgãos vitais, como os rins, os pulmões, o cérebro e o coração, além da pele. “Acreditamos que a alta exposição aos raios ultravioleta e o uso de contraceptivos orais tornem o indivíduo mais suscetível ao lúpus”, avisa a imunologista Myrtes Toledo Barros, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Por isso, protetor solar nunca é demais. E por isso também mulheres com histórico familiar da doença devem fazer uso de anticoncepcionais de baixa dosagem.</p>
<p style="text-align: justify">A opção mais branda para contornar o lúpus são os anti-inflamatórios. Para as crises mais intensas, são prescritos corticóides, que, embora sejam mais eficazes contra a inflamação, provocam efeitos colaterais como obesidade e diabete. “Quando necessário, apelamos para drogas como o metrotexato e a cloroquina, que modulam a resposta imunológica, e para os imunossupressores, que, como o próprio nome sugere, reduzem a atividade do sistema de defesa”, explica Myrtes Barros. A questão é que esses últimos medicamentos baixam a guarda do organismo, deixando-o à mercê de infecções oportunistas. Quando nada disso resolve, ainda é possível lançar mão de uma classe de remédios classificados como anticorpos monoclonais. “Eles agem em alvos específicos, reduzindo reações indesejáveis. No caso do lúpus, o objetivo é bloquear o TNF-alfa, substância inflamatória produzida pelas células imunes”, ensina Luis Eduardo Andrade.</p>
<p><strong> <span style="color: #339966">Artrite reumatóide</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-3/" rel="attachment wp-att-1903"><img class="size-medium wp-image-1903 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-3-172x250.jpg" alt="" width="226" height="250" /></a> Essa doença inflamatória crônica geralmente acomete as cartilagens e ossos das pequenas e médias articulações, como mãos e punhos. “Mais raramente, pode prejudicar outros órgãos, como os pulmões”, alerta Evelyn Goldenberg. Outra forte razão para não negligenciar o problema acaba de ser discutida na Liga Européia contra o Reumatismo. “Quando não controlada, a inflamação pode afetar as artérias, aumentando o risco de doença cardiovascular”, conta Evelyn.</p>
<p style="text-align: justify">Além dos anti-inflamatórios, dos corticóides e dos imunossupressores, os médicos têm observado excelentes resultados com as drogas biológicas influxumabe e etarnecept, que impedem a ação nociva do TNF-alfa nas articulações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>Tireoidite de hashimoto</strong></span></p>
<p><strong></strong> <img class="size-medium wp-image-1904 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-4-250x191.jpg" alt="" width="250" height="208" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> Aqui o alvo é a tireoide, glândula responsável por produzir hormônios fundamentais para o bom funcionamento do organismo. “No caso, os linfócitos produzem anticorpos contra as células tireoidianas e as destroem aos poucos”, explica o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. “A vítima, então, começa a enfrentar ressecamento da pele e dos cabelos, depressão, fadiga, ganho de peso, constipação intestinal e, no caso das mulheres, alterações do ciclo menstrual”.<br />
Hoje, o foco do tratamento não é conter a agressão à tireoide. “O principal é fazer a reposição do hormônio levotiroxina, que ela deixa de produzir naturalmente”, diz Pedrinola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>Diabete tipo 1</strong></span></p>
<p><span style="color: #339966"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-5/" rel="attachment wp-att-1905"><img class="alignleft size-medium wp-image-1905" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-5-250x205.jpg" alt="" width="249" height="221" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify"> Ele ocorre quando os anticorpos se voltam contra as chamadas células beta do pâncreas, as responsáveis por fabricar insulina, aquele hormônio que converte açúcar em energia.</p>
<p style="text-align: justify">“Sede e urina excessivas, mal-estar geral, perda de peso e fadiga são algumas manifestações do problema”, lista Filippo Pedrinola. A única saída é a reposição de insulina sintética.</p>
<p style="text-align: justify">“No futuro, a esperança é o implante de células do pâncreas no fígado do paciente, método que ainda está em fase experimental”, antecipa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> <span style="color: #339966"><strong>Psoríase</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-6/" rel="attachment wp-att-1906"><img class="size-medium wp-image-1906 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-6-250x162.jpg" alt="" width="251" height="179" /></a>                                                                                                                                                                                                                                                                                As vítimas dessa doença são as proteínas das células da epiderme e da derme — duas camadas mais superficiais da pele. “A lesão se manifesta em forma de manchas vermelhas e descamativas, que normalmente acometem as áreas articulares, como joelho e cotovelo, e o couro cabeludo. Para amenizar o incômodo, o metrotexato, os corticóides tópicos e imunossupressores costumam ser bastante utilizados. Os bloqueadores de TNF-alfa também são uma opção interessante, já que essa substância inflamatória é característica da doença. “Curiosamente, ao contrário do lúpus, o sol costuma ser benéfico no quadro de psoríase”, afirma Maria Helena Kiss.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> <span style="color: #339966"><strong>Doença celíaca</strong></span></p>
<p><strong></strong> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-7/" rel="attachment wp-att-1907"><img class="size-medium wp-image-1907 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-7-209x250.gif" alt="" width="219" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> “Em vez de mirar em um tecido do corpo, aqui o sistema imunológico descontrolado reage contra a gliadina, uma proteína presente no trigo, no centeio e na cevada”, descreve Myrtes Barros. Ou seja, basta comer um pãozinho para que a intolerância dê as caras, levando a diarréia, vômito, mal-estar e, consequentemente, a anemia e lesão da mucosa intestinal. O jeito é eliminar os causadores da reação do cardápio e optar por derivados de milho e mandioca. Boa notícia: vacinas e medicamentos para controlar a sensibilidade no intestino estão sendo testados no exterior.</p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> </p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> </p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> </p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="color: #339966">Endometriose pode ser doença auto-imune</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> <a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/novas-descobertas-sobre-doencas-autoimunes-2/autoimunes-8/" rel="attachment wp-att-1908"><img class="size-medium wp-image-1908 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/autoimunes-8-250x173.jpg" alt="" width="251" height="205" /></a>                                                                                                                                                                                                                                                                              Em uma revisão da literatura<strong>,</strong> o Dr. W. B. Nothnick, do Kansas Medical Center, relata que encontrou fortes evidências do papel de fatores imunológicos, particularmente as citocinas, na fisiopatologia e etiologia da endometriose.</p>
<p style="text-align: justify">Em particular, resultados de pesquisas mostram que os níveis do fator de necrose tumoral alfa são elevados em pacientes com endometriose. Distúrbios dos níveis de outras citocinas, apoptose celular e anormalidades de linfócitos T e B também tem sido observados em pacientes portadoras de endometriose, observa o autor em edição (Fertlity and Sterility 2001; 76: 223).</p>
<p style="text-align: justify"> A mulher com endometriose apresenta fragmentos de endométrio (que é o tecido que recobre a parte interna do útero, responsável pela menstruação) fora do útero. Como isto acontece? Todas as mulheres, durante o ciclo menstrual, apresentam um discreto refluxo de sangramento para dentro do abdômen, ou seja, &#8220;<strong>cai menstruação</strong>&#8221; <strong>para dentro da barriga</strong> porque o útero tem uma comunicação interna com a cavidade abdominal através das trompas, que são conhecidas como tubas.</p>
<p style="text-align: justify">Em algumas mulheres este refluxo de sangue forma &#8220;pocinhas&#8221; e se junta lá dentro, além de ir aumentando progressivamente a cada nova menstruação. Este ciclo só ocorre nas mulheres que têm uma predisposição, ou seja, &#8220;menstruar para dentro da barriga&#8221; é normal, acontece normalmente, porém para aquelas mulheres com endometriose (uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva) este sangue acumula e desenvolve- se lesões.</p>
<p>Fonte: Site Revista Saúde, edição Dez 2009.</p>
<p>Atualizado em 11 de Janeiro de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como Escolher Seu Colchão E Travesseiro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Otávio Marques Omori</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como escolher seu colchão 1º  A escolha de um colchão errado pode causar indisposição, cansaço e até dores na cabeça. • No momento da escolha de um colchão peça ao vendedor que lhe informe o tipo de colchão e/ou travesseiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como escolher seu colchão</strong></p>
<p><span style="color: #339966"><strong>1º  A escolha de um colchão errado pode causar indisposição, cansaço e até dores na cabeça.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">• No momento da escolha de um colchão peça ao vendedor que lhe informe o tipo de colchão e/ou travesseiro levando em consideração seu peso e altura.</p>
<p style="text-align: justify">• O tempo de vida de um colchão pode variar de 1 a 10 anos dependendo dos materiais e acabamento utilizados.</p>
<p style="text-align: justify">• Quando se escolhe um colchão para casal, deve-se levar em consideração o peso e altura do cônjuge maior.</p>
<p style="text-align: justify">• Quanto a firmeza, seu colchão não deve ser muito “duro”, nem muito “macio”. Nos colchões muito “macios” a coluna fica “torcida”, já os muito “duros” não se ajustam ao contorno do corpo.</p>
<p><span style="color: #339966"> <strong>2° a) Colchão MOLE</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-1/" rel="attachment wp-att-1950"><img class="alignleft size-medium wp-image-1950" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-1-250x93.jpg" alt="" width="271" height="117" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque o colchão não deve ser muito mole?</p>
<p style="text-align: justify">Só é confortável momentaneamente, durante o decorrer do sono, não sustenta os músculos que suportam a coluna, comprimindo-os de um lado e distendendo-os de outro.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>b) Colchão MUITO MOLE</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-2/" rel="attachment wp-att-1951"><img class="alignleft size-medium wp-image-1951" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-2-250x120.jpg" alt="" width="264" height="142" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Um colchão muito macio pode ocasionar curvas ou distorções na superfície, promovendo um desalinho da coluna vertebral.</p>
<p style="text-align: justify">A tensão viciosa que o músculo da área cervical, dorsal, lombar e glútea faz para restaurar a posição natural da coluna durante o período do sono, deixa a musculatura tensa, produz o desconforto e a dor pela manhã, agravando problemas de postura.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>c) Colchão DURO</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-3/" rel="attachment wp-att-1952"><img class="alignleft size-medium wp-image-1952" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-3-250x81.jpg" alt="" width="274" height="107" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Porque o colchão não deve ser muito duro?</p>
<p style="text-align: justify">Dificulta o relaxamento do corpo pois exerce pressão sobre a pele e os músculos, prejudica a circulação sanguínea, causando caimbras e formigamentos.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>d) Colchão MUITO DURO</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-4/" rel="attachment wp-att-1953"><img class="alignleft size-medium wp-image-1953" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-4-250x97.jpg" alt="" width="276" height="116" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Aquele modelo bem duro, que não se adapta às curvas da coluna, deve ser evitado, pois cria pontos incômodos de pressão em seus ombros e quadris.</p>
<p style="text-align: justify">Vale salientar que um mau posicionamento ou movimento inadequado dos ossos, pode causar o mau funcionamento dos tecidos e órgãos por todo o corpo.</p>
<p><span style="color: #339966"> <strong>3º Colchão IDEAL</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-5/" rel="attachment wp-att-1954"><img class="alignleft size-medium wp-image-1954" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-5-250x89.jpg" alt="" width="282" height="118" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">O colchão ideal é aquele no qual a coluna se molda na posição correta, e sustenta corretamente o peso do seu corpo, proporcionando descanso.</p>
<p style="text-align: justify">Deite sempre de decúbito dorsal horizontal (de barriga para cima) ou em decúbito lateral (de lado). Evite deitar-se de bruços, nesta posição a coluna fica sem apoio e torna-se dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify">Ao deitar-se de barriga para cima, use travesseiro fino; ao deitar-se de lado, use travesseiro médio, preenchendo o espaço entre a cama e a orelha, de modo que o pescoço fique alinhado com o tronco.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>4º Qual momento de trocar o seu Colchão?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Um colchão tem prazo de validade maxima de 5 anos . Todavia, existe uma variação conforme o tipo de produto e fabricante. Devemos verificar no certificado qual o tempo de uso recomendado.</p>
<p style="text-align: justify">De qualquer maneira devemos ter a atenção freqüente para a situação do produto. Alguns sinais mostram que está na hora de trocá-lo.</p>
<p style="text-align: justify">Verificar se existe alguma mancha ou coloração diferente, buracos ou sujeira.</p>
<p style="text-align: justify">Estar desnivelado, com a densidade muito baixa e desconfortável, mostram também a necessidade da troca.</p>
<p> <span style="color: #339966"><strong>5º Como escolher entre colchões de mola e de espuma? Existem muitas diferenças?</strong></span></p>
<p><strong><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-6/" rel="attachment wp-att-1955"><img class="alignleft size-medium wp-image-1955" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-6-250x180.jpg" alt="" width="274" height="180" /></a></strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p style="text-align: justify"> O colchão de molas tem por característica a propriedade de possibilitar alto conforto, resistência e durabilidade para pessoas até 150 kg.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-7/" rel="attachment wp-att-1956"><img class="alignleft size-medium wp-image-1956" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-7-250x181.jpg" alt="" width="270" height="190" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"> Os colchões de espuma possuem várias densidades, cada uma delas é indicada para uma determinada faixa de peso. Isso possibilita uma maior adequação do colchão a estrutura corpórea do usuário, aumentando o conforto e a durabilidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><span style="color: #339966"><strong>6° Colchões de Látex</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-medium wp-image-1957" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchoão-8-250x167.jpg" alt="" width="264" height="167" /> Um dos melhores que poderá encontrar fabricado no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify">Tem uma longevidade superior a todos os outros colchões e só precisam de ser arejados pois caso ainda não tenha reparado, latex é borracha.</p>
<p style="text-align: justify">É muito melhor que a espuma pois embora contêm poros é opaca e o Latex na maioria permite passar o ar.</p>
<p style="text-align: justify">Mas tem as mesmas limitações antes citadas pois precisa de ser poroso e como tal tem que ter uma textura semelhante à espuma se não, dormiria em cima de um pneu. E se for colocado diretamente sobre o chão, ir-se-á deteriorar mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify"> O colchão de látex é um investimento a médio prazo (dez anos dependendo da qualidade e dos cuidados) devido á acumulação de umidade. E como muitos tem  canais interiores para passar o ar, a sua consistência é fragilizada por falta de suporte, facilitando os afundamentos mediante os pesos e a posições constantes.</p>
<p style="text-align: justify">Existem pessoas que são alérgicas ao Látex sendo uma grande contra indicação. E alguns colchões de látex para manterem a estrutura , tornão-se muito pesados (o que é incomum pois tem a ver com a qualidade do material), sendo contra-indicados para serem manuseados por pessoas de idade ou com problemas de coluna.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong> 7º Colchões de Viscoelástico</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-9/" rel="attachment wp-att-1958"><img class="alignleft size-medium wp-image-1958" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-9-250x250.jpg" alt="" width="273" height="213" /></a></p>
<p style="text-align: justify"> Este é um dos materiais sintéticos do futuro. Existe em várias qualidades com cores à escolha .</p>
<p style="text-align: justify">O mais avançado elemento é o viscoelástico com memória em que existem várias variantes na forma de actuar e comportamento. Este material inteligente modela-se ao corpo exercendo pressões diferentes suavizando o assentamento do corpo em cima do colchão.</p>
<p style="text-align: justify">É um material que vai surgindo em modelos por parte das marcas e tem uma boa longevidade mediante a qualidade do viscoelástico e a manutenção das suas propriedades mecânicas (5, 10 e 15 anos).</p>
<p style="text-align: justify"> São colchões caros pois empregam materiais desenvolvidos pela investigação aeroespacial.Empregar o nome da NASA é enganar pois esta não autoriza o uso do seu nome para fins comerciais. O que é bom não precisa de recorrer a terceiros para promover.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>8º O que é colchão ortopédico?</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-10/" rel="attachment wp-att-1959"><img class="alignleft size-medium wp-image-1959" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-10-250x146.jpg" alt="" width="276" height="172" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"> O colchão ortopédico é aquele que oferece firmeza na sustentação do usuário sem comprometer o conforto.</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><span style="color: #339966"><strong>9º A cama faz diferença na escolha do colchão?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">A diferença começa pelas suas medidas. O encaixe perfeito do colchão é importante. As ripas devem possuir um espaço por volta de quatro centímetros entre elas, dando um melhor suporte e propiciando que haja ventilação.</p>
<p> <strong>Como escolher seu travesseiro.</strong></p>
<p><span style="color: #339966;text-decoration: underline">Altura do travesseiro</span></p>
<p style="text-align: justify">Para o seu travesseiro garantir uma ótima noite de sono, na hora de ir às compras é muito importante observar a altura dele. Se você tem o hábito de dormir de lado e costas, prefira um<strong> travesseiro de perfil alto</strong>. Se você dorme de costas e bruços, o recomendado é um <strong>travesseiro de perfil baixo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">A altura do travesseiro tem que ser igual à distância entre o pescoço e a parte externa do braço.Já para quem dorme com a barriga para cima, o melhor é levar para a cama um apoio mais baixo, preenchendo o espaço entre o pescoço e a nuca, sem comprimir a coluna.</p>
<p style="text-align: justify">O travesseiro deve ser trocado, no mínimo, <strong>a cada dois anos</strong>.Escolha o que mais se adapta as suas necessidades e tenha bons sonhos!</p>
<p><span style="color: #339966;text-decoration: underline">Flocos de Espuma</span></p>
<p style="text-align: justify">O segredo para a conservação de um travesseiro e almofada é garantir-lhe condições adequadas de tempetura, umidade e pressão. Se comprimimos demais uma peça fofa e sensível, a tendência é um enrigecimento precoce do material – portanto procure afofar o travesseiro e a almofada diariamente.</p>
<p style="text-align: justify">No caso dos travesseiros, lembre-se que a cabeça, por aproximadamente 8 horas pressionada a fibra, funciona como uma prensa é preciso buscar neutralizar este efeito.</p>
<p style="text-align: justify">A influência da umidade também prejudica a performance dos enchimentos – para neutralizar o suor, procure colocar seu travesseiro por alguns minutos ao sol sempre que possível ou, eventualmente, utilizar a secadora – a combinação da temperatura com a redução da umidade fazem com que a recuperação do volume da fibra seja algo impressionante nestes casos.</p>
<p style="text-align: justify">Dimensões externas aproximadas (L x A x C): 48 x 15 x 68 cm.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Vantagem da espuma LÁTEX</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">A espuma de látex é durável, confortável e saudável. Os travesseiros de látex são extremamente confortáveis e possuem toque aveludado, fornecendo apoio ideal em todas as posições de sono.</p>
<p style="text-align: justify">Sua estrutura celular única permite retornar à forma original mesmo depois de consecutivas deformações, assim não é necessário bater ou afofar após o uso.</p>
<p style="text-align: justify">São moldados com milhares de furos que formam canais internos de circulação de ar e sua estrutura é composta por milhões de células totalmente abertas, facilitando a respiração e fazendo com que o travesseiro fique o tempo todo em uma temperatura levemente inferior à do corpo.</p>
<p style="text-align: justify">Ele permite evaporação rápida da transpiração, prevenindo odores. É higiênico, fresco e extremamente confortável em todas as estações e climas.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p><span style="color: #339966"><strong>Vantagem da espuma VENTISOFT</strong></span></p>
<p> <img class="alignleft size-medium wp-image-1960" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-11-250x175.jpg" alt="" width="250" height="175" /></p>
<p style="text-align: justify">A espuma ventisoft apresenta textura extremamente macia e aveludada. Sua estrutura possui milhares de células abertas, mais que o dobro do que as espumas comuns. Esta característica torna os travesseiros extremamente confortáveis, com leveza e frescor incomparáveis, proporcionando máximo prazer no repouso.</p>
<p style="text-align: justify"> Esses travesseiros apresentam o que há de mais avançado em tecnologia de alta ventilação e evaporação, o que permite dissipar o calor corporal e eliminar a umidade e transpiração, retardando o aparecimento de odores desagradáveis ocasionados pelo suor.</p>
<p style="text-align: justify"> <span style="color: #339966">VentiSoft</span> é especialmente recomendado para pessoas que:</p>
<p style="text-align: justify">Apreciam extrema suavidade de toque;</p>
<p style="text-align: justify">Com transpiração excessiva;</p>
<p style="text-align: justify">Com calor excessivo;</p>
<p style="text-align: justify">Voltam a face sobre o travesseiro.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Vantagem do travesseiro Viscoelástico (NASA)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-12/" rel="attachment wp-att-1961"><img class="alignleft size-medium wp-image-1961" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-12-250x250.jpg" alt="" width="250" height="240" /></a> </p>
<p style="text-align: justify"> Nasa é um material viscoelástico de última geração, moldado com alta viscosidade e alta densidade (70 Kgf/m3), recomendado por ortopedistas e fisioterapeutas e comercializado em mais de 40 países no mundo.</p>
<p style="text-align: justify"> É um travesseiro auto-moldável e termo-sensível, que se adapta ao contorno e temperatura do corpo, exercendo menos pressão nas áreas mais quentes ou salientes e facilitando, assim, a circulação sangüínea.</p>
<p style="text-align: justify"> O travesseiro Nasa, além de oferecer maior capacidade de absorção do peso e distribuição equalizada da pressão sobre o corpo, possui a propriedade de retorno lento ou memória, agindo como um verdadeiro amortecedor.</p>
<p style="text-align: justify">Tudo isso permite uma posição natural de descanso, prevenindo dores na cabeça, pescoço, costas, braços e ombros e garantindo um sono restaurador.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>Benefício da proteção ANTIÁCARO</strong></span></p>
<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/como-escolher-seu-colchao-e-travesseiro/colchao-13/" rel="attachment wp-att-1962"><img class="alignleft size-full wp-image-1962" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/colchão-13.jpg" alt="" width="211" height="217" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong> A proteção antiácaro é essencial para produzir uma barreira antimicrobiana em seu travesseiro.</p>
<p style="text-align: justify">Um travesseiro sem proteção, com seis meses de uso, contém cerca de 300 mil ácaros, bastam 100 a 500 deles para provocar crises alérgicas.</p>
<p style="text-align: justify">Ele deve ter atenção especial, principalmente por duas razões:</p>
<p style="text-align: justify">A cabeça é a parte do corpo com mais secreção: saliva, lágrimas, cera, suor e seborréia, sem contar os cremes, perfumes, maquiagens e tinturas;</p>
<p style="text-align: justify"> Na movimentação durante o sono, uma parte da noite respiramos através do travesseiro.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Atualizado em 12 de Janeiro de 2012.</p>
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		<title>7 Saídas Para A Dor Nas Costas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 11:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Camilla Simei de Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você não sofre desse tormento, com certeza conhece um amigo ou parente que vive se queixando. A coluna é, de fato, o epicentro de um dos principais males do século 21, e o mal-estar que provoca pode resistir aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-1/" rel="attachment wp-att-1969"><img class="size-medium wp-image-1969 alignleft" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-1-189x250.jpg" alt="" width="226" height="290" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Se você não sofre desse tormento, com certeza conhece um amigo ou parente que vive se queixando.</p>
<p style="text-align: justify">A coluna é, de fato, o epicentro de um dos principais males do século 21, e o mal-estar que provoca pode resistir aos tratamentos convencionais.</p>
<p style="text-align: justify">Felizmente, novas pesquisas trazem soluções certeiras para acabar com o martírio.</p>
<p><span style="color: #339966"> <strong>O tratamento padrão</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Quando a coluna está em polvorosa, o médico procura o foco do incêndio para daí dispor de medidas capazes de abafá-lo.</p>
<p style="text-align: justify">“Em 70% dos casos, o tratamento se vale de remédios e fisioterapia”,calcula Elcio Landin. “ Para acabar com a  crise, receitamos anti-inflamatórios. Mas eles nunca são usados isoladamente”, diz Ricardo Cury.Isso porque esses medicamentos não corrigem o problema em si e podem oferecer efeitos colaterais.</p>
<p style="text-align: justify">Já a fisioterapia dispõe de métodos que ajudam a minorar a dor e fortificar os músculos das costas.Mas, em algumas situações, o desgaste ou rompimento dos discos localizados entre as vértebras devem ser consertados via cirurgia.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje a aposta da medicina são as intervenções minimamente invasivas, com cortes pequenos e recuperação mais rápida.</p>
<p> <span style="color: #339966"><strong>Inimigo Público Nº1</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-2/" rel="attachment wp-att-1970"><img class="alignleft size-full wp-image-1970" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saídas-2.jpg" alt="" width="172" height="228" /></a></p>
<p style="text-align: justify">A dor nas costas é um dos problemas mais populares da vida moderna,a estimativa é que oito em cada dez pessoas convivem ou vão se deparar com uma.</p>
<p style="text-align: justify">As dores podem acometer a coluna inteira, perturbando da lombar a cervical. “ As lombalgias, no entanto, são as mais freqüentes”, avalia o ortopedista Elcio Landin. No caso, não se trata de uma doença, mas um sinal de alerta, até porque males respiratórios, renais ou gastrointestinais podem ressoar lá nas costas.Quando o problema é local, os motivos variam de artroses a hérnias de disco, resultado de um desgaste ou ruptura  do amortecedor das vértebras, a dores musculares, de longe as mais comuns.</p>
<p style="text-align: justify">“ Com o envelhecimento, o sedentarismo e ganho de peso, há uma sobrecarga na musculatura da lombar”, explica o ortopedista Ricardo Cury da santa casa de misericórdia de São Paulo. Idade e preguiça, portanto, são fatores de risco.Outra rival da coluna, que incentiva atentados a cervical, é a má postura.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p><span style="color: #339966"><strong>                                                                               </strong></span><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-3/" rel="attachment wp-att-1971"><img class="alignleft size-medium wp-image-1971" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-3-250x187.jpg" alt="" width="246" height="237" /></a></p>
<p><span style="color: #008000"><span style="color: #339966"><strong>1- LASER</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify">Pesquisas mostram que o uso de laser nos quadros crônicos de dor cervical e lombar pode ser muito eficaz,é o que diz o professor Rodrigo Martins do Instituto de Ciências Biomédicas da universidade de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de serem múltiplas as causas de dor nas costas – má postura, desgastes, hérnias… – o raio laser pode controlar a dor, já que ao ser absorvido pelo organismo ele melhora o aporte sanguíneo, retarda a fadiga muscular e inibe a produção de substâncias inflamatórias.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, quando administramos em dose adequada, não surte efeitos adversos.</p>
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<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-4/" rel="attachment wp-att-1972"><img class="alignleft size-full wp-image-1972" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-4.jpg" alt="" width="247" height="206" /></a></p>
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<p><span style="color: #339966"><strong>2 – IOGA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Tem se mostrado muito útil a quem sofre de dor lombar. Ela diminui o estresse, relaxa os músculos tensos e fortalece os fracos, além de restabelecer a postura.</p>
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<p> <img class="alignleft size-medium wp-image-1979" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/terapia_manual_21-250x246.jpg" alt="" width="250" height="228" /></p>
<p><span style="color: #339966"> <strong>3 – TERAPIAS POSTURAIS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Conhecida como técnica Alexander ela visa aliviar a tensão muscular e corrigir a postura. A sessão tem momentos : primeiro o terapeuta desfaz os pontos de tensão e depois, em frente ao espelho o indivíduo trabalha postura e respiração.Todo aprendizado dura de 6 meses a 1 ano.</p>
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<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-6/" rel="attachment wp-att-1973"><img class="alignleft size-full wp-image-1973" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-6.jpg" alt="" width="253" height="230" /></a></p>
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<p><span style="color: #339966"><strong>4 – TAI CHI CHUAN</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Arte marcial que vem sendo estudada na universidade de Sidney, na Austrália para mensurar seu potencial em “ golpear” lombalgias.Ela favorece consciência de uma postura correta, fortalece a musculatura das costas e estimula um maior espaçamento entre as vértebras.</p>
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<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-7/" rel="attachment wp-att-1974"><img class="alignleft size-full wp-image-1974" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-7.jpg" alt="" width="255" height="250" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #339966"> <strong>5 – EXERCÍCIO FÍSICO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Uma pesquisa do Canadá comprovou que um índice de dor 28% menor.Além disso exercícios aumentam a força , a elasticidade e a resistência dos músculos.É importante sempre trabalhar o abdomêm, usar equipamentos e cargas adequadas e contar com a instrução de um educador.</p>
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<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-8/" rel="attachment wp-att-1975"><img class="alignleft size-full wp-image-1975" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-8.jpg" alt="" width="245" height="227" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #339966"><strong>6 – ACUPUNTURA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Os tratamentos tradicionais costumam ter melhor resultado quando aliado a acupuntura. Os pontos onde as agulhas são inseridas promovem liberação de endorfina, o que alivia a dor e proporciona sensação de bem estar. Além da dor a acupuntura também ajuda a gerenciar o estresse.</p>
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<p><a href="http://www.fisioclinicarp.com.br/materias/2012/01/19/7-saidas-para-a-dor-nas-costas-2/7-saidas-9/" rel="attachment wp-att-1976"><img class="alignleft size-full wp-image-1976" src="http://www.fisioclinicarp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/7-saidas-9.jpg" alt="" width="248" height="218" /></a></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #339966"><strong>7 – SEM CIGARRO E BOM SONO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">Além de prejudicar o coração, o pulmão… o cigarro reduz a circulação do corpo inteiro, afetando também as costas.Fumantes costumam ser mais sedentários o que também contribui para as dores .</p>
<p style="text-align: justify">A má qualidade do sono e as posturas inadequadas ao dormir acabam interferindo na coluna, gerando aquelas dores.</p>
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<p>Resumo do Artigo “7 Saídas para a dor nas costas” da Revista Saúde  (Ed.Fev 2010).</p>
<p>Atualizado em 12 de Janeiro de 2012.</p>
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